Eventos

Agência Focaia
Redação
Adailson Pereira


     Fotos: Adailson Pereira/Divulgação


Alunos do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Mato Grosso, Campus Universitário Araguaia (UFMT/CUA), foram destaques no Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (FICA), edição especial que aconteceu na cidade de Aragarças-GO, no início deste mês.

Além da mostra de filmes, o festival abriu espaço para o concurso de curtas-metragens. O principal objetivo da competição era de os produtores locais mostrarem os trabalhos que realizam, com a temática socioambiental. Entre os melhores filmes, dois curtas foram produzidos por estudantes do curso de jornalismo da UFMT/CUA, que ficaram na primeira e segunda colocação.

Competição


O documentário ‘Sobre Viver’, produzido pelos acadêmicos Izabela Gomes, Jessé Santos e Tálita Sabrina ficou em segundo lugar na competição de curtas. O tema proposto pelos estudantes teve como objetivo mostrar a exclusão social que os moradores de rua enfrentam em Barra do Garças. De acordo com Jessé Santos, isso acontece por costumes culturais, recursos naturais, localização geográfica e ou outros tipos de fenômenos que contribuem para a exclusão. “O tema envolve questões pesadas, como o descaso dos governos municipais e a dependência de entorpercentes que é presente nessa população [de rua]. Entender o que os levaram pra rua deve ser uma preocupação nossa", analisa o estudante. Santos diz que estava confiante pelo trabalho, porém não tinha certeza que ficaria entre os melhores.

Já o documentário ‘Radicais por natureza’ foi o grande vencedor, consagrando-se em primeiro lugar no concurso. Os responsáveis pela produção foram os acadêmicos e egressos do curso de jornalismo da UFMT/CUA, Ana Caroline Okazaki, Adilson Chinna, Gustavo Bandeira e Kariny Rocha. Segundo Okazaki, a intenção do trabalho foi chamar a atenção para as belezas da cidade de Barra do Garças e a prática de esportes que ela [a cidade] proporciona. Ainda segundo a acadêmica, essa conquista [no festival] faz que cresça o incentivo em continuar a produzir mais documentários. “A experiência que fica é procurar produzir mais filmes e tentar cada vez mais competir com produções que levam a sociedade a pensar e melhorar seu cotidiano”, analisa Okazaki. Por fim, a acadêmica de jornalismo ressalta que o evento poderia ter sido melhor, ela avalia que a divulgação do festival foi pequena, porém acrescenta que serviu de aprendizado para eventos futuros.

O festival

Essa é a primeira vez que a cidade de Aragarças recebe o festival FICA. O evento aconteceu nos dias 07, 08 e 09 de setembro e faz parte do projeto Fica Itinerante, realizado pelo Governo do Estado de Goiás através da Secretaria Estadual de Educação. O órgão tem por objetivo apresentar e divulgar o festival em lugares distantes, em que a populaçãonão tem a oportunidade de prestigiá-lo na cidade de Goiás (GO), onde tradicionalmente acontece todos os anos. Além do concurso de curtas-metragens, o evento contou com oficinas e atrações culturais.

Interação acadêmica

Agência Focaia
Redação
Giulia Sacchetti
Vasco Aguiar
                              Foto: Vasco Aguiar
Alunos e professores envolvidos no curso

Na Universidade Federal de Mato Grosso, Campus Universitário do Araguaia, (UFMT/CUA) se encerrou hoje (22), o curso de Marcadores Moleculares, que teve início na última segunda-feira. Para ministrar as aulas, a universidade recebeu a palestrante Vanessa Bernardes, doutoranda em Genética Molecular pela Universidade Federal de Goiás (UFG).

De acordo com o professor e organizador do curso, Devanir Murakami, doutor em genética e melhoramento de plantas, os marcadores moleculares são constatações utilizadas para caracterizar um indivíduo, como por exemplo, o DNA. "É através da manipulação do DNA que conseguimos essas caracterizações genéticas, assim, análises como esta nos permitem discutir muitas coisas." 


Segundo a palestrante Vanessa, cursos como este tem grande importância para os estudantes durante a graduação. “A visão do aluno aumenta quando ele compreende a teoria, que é vista em sala de aula, e consegue associá-la á prática”, expõe. Ela acredita que é necessário abrir o horizonte de trabalho para os acadêmicos, colocando a pesquisa como um dos caminhos possíveis.

O curso foi promovido pela AgroVale, empresa júnior do curso de Agronomia e teve aulas práticas e teóricas, gerando certificação de 40 horas. Participaram cerca de 20 alunos, dos cursos de Agronomia, Ciências Biológicas, Farmácia e Biomedicina.

Participante das aulas, o acadêmico Euller Ribeiro conta que esta experiência pode servir para que os alunos descubram as áreas que possuem maior afinidade. Por terem tido contato com estudantes de diversos cursos, Ribeiro acredita que “essa interação faz com que o envolvimento e a troca de experiências seja mais ampla", conclui.

Evento científico

Agência Focaia
Redação
Giulia Sacchetti


A Universidade Federal de Mato Grosso, Campus Universitário do Araguaia (UFMT/CUA) realiza entre os dias 5 e 8 de dezembro a VIII Semana Científica, com participação de pesquisadores e estudantes de Graduação e Pós-graduação. A programação do evento, ainda não foi definida pela organização, mas deverá fazer parte das atividades científicas debate, palestras, além de apresentações de trabalhos na modalidade comunicação oral e banner

As inscrições para submissões de trabalho iniciaram nesta quarta-feira (11), com encerramento no dia 30 deste mês. 

Rosaline Lunardi, Gerência de Graduação, Pós-Gradução, Extensão e Pesquisa da UFMT/CUA, salienta a Semana Científica tem como objetivo promover o intercâmbio e a divulgação de conhecimentos entre professores, pesquisadores, técnicos, estudantes de graduação e pós-graduação, colocando em pauta a pesquisa, a extensão, o ensino e a inovação.

“Este evento tem o propósito, também, de valorizar o empenho acadêmico dos estudantes e incentivá-los a divulgarem os seus trabalhos de pesquisa, de ensino e extensão, além de estimular a adesão à atividade de investigação científica”, ressalta Lunardi.

Os estudantes e pesquisadores podem inscrever resumos e banners de trabalhos desenvolvidos nos Programas de Iniciação Científica, de Iniciação à Docência, de Extensão, de Monitoria, de Pós-graduação, de Trabalhos de Conclusão de Curso.

Os autores interessados podem submeter trabalhos para a Semana Científica, no endereço online: http://eventos.cua.ufmt.br/semana/submissao/ 

Evento

Agência Focaia
Redação
Suzana Ataíde

Imagem divulgação
O Diretório Central dos Estudantes (DCE) em parceria com o grupo de extensão Saúde Mental, da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), Campus Universitário do Araguaia (CUA), realizam palestra do II Movimento de atenção à prevenção ao suicídio, com o tema “Suicídio entre universitários: precisamos falar sobre este assunto!”. O evento será amanhã (06), em dois horários, às 12h e às 19h. O evento ocorrerá no Auditório/Cinema I ( ao lado do Restaurante Universitário) no bloco de Jornalismo, Unidade de Barra do Garças e terá como palestrante o médico psiquiatra Pablo Teodoro de Brito.

Objetivo
                                                                                             
A palestra tem por objetivo trazer para o público universitário e o externo, a prevenção ao suicídio, discutir sobre o assunto e ajudar. Apesar de o foco ser os discentes da universidade todos poderão participar. A comunidade externa, estudantes acadêmicos, profissionais da área e pessoas que tenham interesse no tema.

“O DCE viu toda a necessidade de discutir sobre isso, pois dentro da universidade tem muitos casos de depressão, ansiedade em decorrência ao tempo fechado que o local oferece aos estudantes, o Diretório vê todas as problemáticas que os discentes passam dentro do campus e resolveu entrar em parceria com o projeto para abordar e entender o que leva as pessoas ao suicídio, sendo que a maioria que tende a essa alternativa possui depressão,” explica Weverton Castro Silva coordenador geral do DCE, organizador do evento e acadêmico do curso de enfermagem.

Ele acrescenta que o tema não é debatido com tanta frequência dentro da academia e que poderia ser diferente. Pois, é recomendável que a universidade possa desenvolver e trabalhar ações como essa que está se estendendo. Silva observa que deve-se buscar sempre espaço para discutir o assunto, tanto com a comunidade acadêmica como com a comunidade externa. O objetivo é a prevenção e, assim, impedir problemas que possam surgir com o decorrer do tempo.

“O DCE recomenda que a universidade possa desenvolver e trabalhar ações como essa, que nós estamos desenvolvendo, a partir de hoje, buscando espaço, trazendo esse assunto para a comunidade acadêmica” afirma o coordenador do DCE.

Setembro amarelo

Setembro amarelo é uma campanha de conscientização sobre prevenção ao suicídio com o objetivo direto de alertar a população brasileira sobre a realidade desse dano e suas formas de prevenção. Ocorre no mês desde 2014, com a identificação de locais públicos e particulares, com a cor amarela. Além de ampla divulgação de informações a respeito do assunto. 

O projeto foi iniciado no Brasil pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), Conselho Federal de Medicina (CFM) e Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). Desde então conseguiu a exposição de suas ações em diversos locais do país.
                                                                                           Imagem divulgação
Durante este mês de setembro nas três regiões do Vale Araguaia, cidades de Barra do Garças, Pontal do Araguaia e Aragarças o projeto Saúde Mental Desafios e Assistências trabalhará com campanhas em prol dessa conscientização. A primeira programação será a palestra dentro da universidade e logo em seguida visitas em instituições educacionais e de saúde. “Movimento vai se estender para a cidade e região, os membros do projeto estarão indo conversar com o público. Para as pessoas que não puderem comparecer à palestra terá outra oportunidade de participar da programação, que acontecerá durante o mês”, observa Silva.

O DCE trabalha com expectativa de importante palestra amanhã, para esclarecimento de dúvidas dos estudantes universitários. "Aqueles que tiverem alguma hesitação e precisarem buscar auxilio relacionado ao assunto, pode procurar o DCE ou os alunos do projeto, durante a palestra ou durante a programação, que vai ser divulgada ao longo do mês, aqui na universidade e na região”, informa Silva.

Inscrições

As inscrições podem ser realizadas online, gratuitamente. Os estudantes terão direito à certificação de duas horas em cada período, importante para formação de currículo estudantil.


UFMT Araguaia promove encontro do Gelco 2017

Evento acadêmico

Agência Focaia
Reportagem 
Vasco Aguiar



    Fotos: João Paulo Fernandes
Lançamento de livros durante o Gelco.

Aconteceu na última semana, entre os dias 30 de agosto a 01 de setembro, na Universidade Federal de Mato Grosso, Campus Araguaia (UFMT/CUA), o II Encontro Internacional e VIII Encontro Nacional do Grupo de Estudos de Linguagem do Centro-Oeste (Gelco), com o tema “Transnacionalização, multi e interculturalidade linguística e literária”. Fez parte da programação do evento, conferências, mesas-redondas, minicursos, grupos de discussão, sessões coordenadas, pôsteres, lançamentos de livros e apresentações culturais.

O Gelco reúne professores, pesquisadores e acadêmicos de Linguística, de Literatura, de Línguas e áreas afins, integrados a instituições de ensino e pesquisa, sediadas na região Centro-Oeste do Brasil, com o objetivo de promover o desenvolvimento da pesquisa e do ensino dessas áreas no Brasil.

Diretora do Instituto de Ciências Humanas e Sociais (ICHS) da UFMT/CUA e presidente da comissão organizadora do encontro, Lennie Aryete Dias Bertoque vê no Gelco oportunidades para a região. “A realização de um grande evento na UFMT Araguaia, em Barra do Garças, cria possibilidades de consolidar a cidade como pólo de educação e ciência e divulgar o potencial turístico que existe aqui”. A professora também enxerga o encontro como uma maneira de dar visibilidade as demandas do ICHS, “como a implantação de mestrado e doutorado na área da educação e o estabelecimento de convênios e intercâmbios com instituições estrangeiras”, aponta.


Minicursos e palestras

Professor da UFMT/CUA, Gilson Costta orienta participantes da oficina de produção audiovisual.

No segundo dia de evento foi ministrado um minicurso sobre “Produção audiovisual com tecnologia doméstica”, o responsável foi o professor Gilson Moraes da Costta, da UFMT Araguaia. Ele explica que o objetivo da oficina foi desmistificar a produção audiovisual, mostrando que a partir do uso de tecnologias domésticas é possível realizar produções de alto nível técnico e estético. “A intenção é que os participantes possam replicar isto em outros universos, como salas de aula, movimentos sociais e a partir dessa ideia básica se apropriar dos equipamentos domésticos”, conclui.

Participando do evento como palestrantes, a Professora Aurea Santana (UFMT) juntamente com o Professor Wary Kamaiurá Sabinoá (Seduc-MT) falaram sobre a descrição e análise de línguas indígenas. Para  Santana, falar deste assunto é sempre importante, além disso é essencial e urgente fazer este trabalho. “Temos uma pluralidade linguística muito grande, e uma carência de estudos descritivos”. Segundo a professora a descrição de línguas indígenas contribui para a continuidade e manutenção do uso destas línguas.

Professor Kilwangy Kya Kapitango-a-Samba, da Unemat (foto ao lado), abordou em sua palestra o tema ”Políticas Educacionais para a Formação de professores”’. Ele aponta a necessidade de refletir sobre o processo de produção das políticas de formação do professor na educação básica. “Hoje estamos num cenário preocupante tanto do ponto de vista político quanto no que se refere às decisões tomadas que não são operacionalizadas”. Segundo o professor tais decisões interferem de maneira profunda no processo de formação de um profissional que se quer para uma nação avançar, referindo se ao âmbito da educação e aprendizagem dos estudantes.Nossa discussão é para que nós professores, possamos empoderar as discussões e ser mais pró ativos nesse debate”, conclui.


Voluntários

O trabalho voluntário foi importante para a realização do encontro. Estudante do curso de Geografia da UFMT/CUA e voluntário, Victor Santos diz que participar do Gelco foi um grande aprendizado. “Fico feliz em fazer parte de um evento de grande porte como este, foi gratificante”. Ele aponta que a oportunidade de ter contato com novas pessoas, tanto da cidade quanto de fora foi uma das melhores experiências que o Gelco lhe trouxe. Além disso ele afirma que “o trabalho foi duro mas quando fazemos em equipe tudo funciona, torna-se produtivo”, conclui.  


História


O Grupo de Estudos de Linguagem do Centro-­oeste (Gelco) é uma sociedade civil, sem fins lucrativos e sem caráter político-partidário, que congrega professores, pesquisadores e acadêmicos de Linguística, Literatura e Línguas, integrados a instituições de ensino e pesquisa sediadas na região Centro-oeste. Além de outros profissionais das diversas áreas de estudos da linguagem, a fim de fomentar discussões sobre o desenvolvimento da pesquisa e do ensino dessas áreas no Brasil. As discussões são apresentadas oficialmente em encontros regionais, nacionais e internacionais, realizados bienalmente.


Fontes: 
Página do evento no Facebook e site oficial do Gelco.


Evento

Agência Focaia
Redação
Suzana Ataíde


    Imagem divulgação

A cidade de Aragarças (GO) sediará o Festival Internacional de Cinema e vídeo Ambiental Araguaia, FICA Araguaia, nos dias 07,08 e 09 de setembro de 2017. O evento chega a cidade por meio do Projeto FICA ITINERANTE, com a intenção de unir e mostrar as culturas das cidades da região: Aragarças (GO), Barra do Garças (MT) e Pontal do Araguaia (MT). As oficinas vão acontecer no bosque da praia quarto crescente e os shows, mostras de cinema e artes, na Praça do Aerobar, principais pontos turísticos da cidade.

O FICA Itinerante é um projeto do governo de Goiás, organizado pela secretaria estadual de educação e conforme o órgão, tem por objetivo apresentar e divulgar o festival em lugares que não tem a oportunidade de prestigiar o evento, realizado anualmente na cidade de Goiás (GO). “O FICA Araguaia é um sonho de muito tempo do prefeito José Elias Fernandes e da Secretária de Educação e primeira dama Mara Nei Elias que participam com frequência do festival”. Como adianta Coordenador de Cultura e um dos organizadores do evento, Hoderban Gomes de Santana.

“Desde quando o prefeito José Elias assumiu a administração ele tem se preocupado muito em trazer cultura para a nossa população. O prefeito é escritor, jornalista e entende que precisa fazer com que a população tenha acesso mais fácil a cultura de diversos modos”, defende Santana. Para a realização do evento na cidade, os organizadores tiveram que entrar em contato com o governo Marconi Perillo para que o projeto se concretizasse.

“A prefeitura de Aragarças vislumbrou a possibilidade em realizar o FICA ARAGUAIA dentro do que o estado oferece para os municípios e por meio da Coordenadoria Municipal de Cultura, cumpriu todas as etapas para que o projeto se concretizasse.” explica a professora Salessuir Gomes Pereira Silva Gerente Pedagógica da Rede Municipal de Aragarças, uma das organizadoras do Fica Aragarças.

Objetivo do Festival

O objetivo é promover e democratizar o acesso ao cinema
ás pessoas de Aragarças, Barra do Garças e Pontal do Araguaia, promovendo uma mostra da produção mundial de cinema ambiental, intercalado com capacitação, exposição e apresentações culturais de artistas da região. “Divulgar os filmes premiados pelo FICA para uma população que dificilmente teria acesso às produções cinematográficas fora da programação comercial dos cinemas. além disso, abrir espaços as pessoas daqui, embora ainda de forma pequena, em minicursos  e oficinas para cinema e/ou áreas afins, e para produtores locais de documentários, com a temática socioambiental , mostrarem seu trabalho no concurso de curta-metragem” expõe Salessuir Gomes.

De acordo com Santana, a proposta também é fazer com que o festival se torne anual e entre para o calendário do FICA, no calendário municipal de atividades culturais e para a história. “A primeira coisa que a gente precisa fazer é um festival muito bom para que anualmente a gente o receba aqui e aumente as mostras e os dias de exibição.E quem sabe, no futuro, agente possa fazer o nosso festival de cinema, não só receber o festival de cinema ambiental, mas que a gente possa promover o nosso festival com a parceria do governo do estado” avalia.

As expectativas dos organizadores em relação ao evento são bem positivas. “As pessoas precisam acreditar mais no que elas fazem. Tudo dá certo quando a gente tem vontade. Um exemplo disso é o “Lual da Soninha”, o qual comecei fazendo no aniversário e hoje ele é um evento em que  consigo trazer artistas de fora, um evento, que hoje, ele já tem um nome tem uma marca”, afirma a coordenadora do evento Sonia Aparecida das Chagas e principal organizadora do Lual da Soninha que acontece anualmente, trazendo cultura e atrações musicais para a região.

Atrações culturais

Entre as atrações estão a mostras de cinema, tendas da Academia de Letras, além de exposição de quadro, varal de poesia, exposição de livros, exposição de fotografias locais, tenda de artes plásticas, apresentações de capoeira e de dança. Conforme consta na programação haverá espaço para música com o grupo de marakatu, Coco do cerrado, banda Sloop Dogs, Divino Arbués e Simone Matos entre outras atrações conhecidas na região.

“As atrações a gente dividiu em tempo, cada dia vai ter uma atração, vamos aproveitar os diversos locais abertos da cidade, para o evento. Uma forma das pessoas estarem visitando, conhecendo os locais” relata Chagas.

 Participação

Para todas as oficinas o limite é de 30 vagas por curso, serão 10 oficinas ofertadas, todas dentro da área de cinema. Artes Plásticas, adultos, Artes plásticas, crianças a partir de cinco anos, atividades de cineclube, educação e cinema, montagem de projetos culturais, cinema roteiro e ator de cinema, fotografia no período da tarde e da manhã, figurino para cinema a partir de material reciclado e maquiagem artística e efeitos visuais.

Segundo os organizadores, a premiação ocorrerá no concurso de curta metragem, sob a responsabilidade dos organizadores do FICA de Goiânia e da cidade de Goiás Velho (GO), que vêm à Aragarças para fazer as oficinas e analisar os curtas a serem inscritos no concurso. São 50 o limite de trabalhos inscritos para a competição e quanto à premiação, o primeiro lugar ganhará 1500 reais, 1000 reais para o segundo lugar e 500 reais para o terceiro lugar.

Inscrições

Para este ano as inscrições não serão feitas via online.  Os interessados devem se dirigir à secretaria de cultura municipal de Aragarças na coordenação de cultura para realizar as inscrições de oficinas e coordenação de meio ambiente para inscrições de curta metragem. O órgão municipal fica na Avenida Getúlio Vargas, setor administrativo perto do colégio Dr. Rubens Aguirre.


As oficinas são todas gratuitas, valendo certificação de 12 horas para estudantes que queiram melhorar o currículo acadêmico. Serão realizadas entre os dias 25 de agosto a 6 de setembro, pela manhã das 8h às 11h e à tarde das 13h às 17h, de segunda à sexta-feira.

Mais informações pelo site http://www.aragarcas.go.gov.br/